Ser alvo de fofocas...

Ser alvo de fofocas...

 

Alguma vez falaram algo de você que era mentira e isso te ofendeu profundamente? Ou alguma vez cochicharam, fofocaram algo a seu respeito que era verdade, mas por ser algo pessoal te magoou? quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra...

Ou em alguma ocasião você já se pegou "tricotando" sobre a vida alheia? Enfim...estas e outras perguntas são naturais de se fazer, e decepcionantemente, respondermos com  um SIM!

 

Em conversa com um amigo, estávamos comentando sobre uma badalada festinha que alguns de nossos companheiros realizaram dias atrás... E que lógico, a fofoca, comentário ou assunto rolou solto. Comentamos sobre algumas situações constrangedoras que alguns de nossos amigos haviam passado após litros de vodka.

 

Gente! Pelo amor de Deus... São jovens universitários... Sei que passaram além da conta, beberam um pouco mais... Mas e daí ?... Cada um cuida da sua vida, o máximo que podemos fazer é orientá-los e se possível brecá-los...

Mas já aconteceu e já foi.

 

O pior disso tudo é o “burburinho hipocrético” –esta é nova–, isto é, os falatórios hipócritas de algumas pessoas que se julgam “puritanas” e perfeitas. Além de comentarem o fato ficam desenterrando assuntos, fazendo comparações com outras pessoas e ainda por cima saem falando o que nem sabem, especulando coisas sem fundamentos.

 

Antigamente  me estressava quando falavam a meu respeito, hoje administro da melhor forma possível, percebi que grandes personalidades tanto no meio artístico quanto fora dele foram alvo de fofocas, injúrias, mentiras e todo tipo de ameaça à sua imagem. No entanto, o prestigio não veio a quem fez as fofocas ou difamações e sim, em quem as levou.

 

Por ser muito recente, ainda guardo na memória uma frase que o recém falecido Clodovil dizia mais ou menos assim: “Grandes personalidades não dão importância com pequenas bobagens faladas ao seu respeito, elas não perdem tempo tentando passar uma boa imagem e sim passam seu talento,um trabalho bem sucedido e deixa com que os outros os julguem como lhes cabe melhor.”

 

Portanto, depois desta fabulosa declaração, fica a critério dos medíocres continuarem a difamar os outros, ou calarem a boca e fazer algo para serem melhores e reconhecidos por outras pessoas.

 

 

Anderson Zanchin

 

 

 

“O Jornalista que informa e não expõem”

 

Aconteceu na última segunda-feira, dia 2, na Faculdade de Campo Limpo Paulista (Faccamp) uma palestra para os alunos do terceiro semestre de Comunicação Social, apresentada pela jornalista Roberta Borges, a convite do professor Nelson Manzato para falar sobre o dia-a-dia de um jornalista.

Roberta contou um pouco do início de sua carreira. Formou-se na PUC-Campinas há três anos e trabalha com comunicação social há cinco. Em sua pequena trajetória, porém, com grandes experiências, começou estagiando no “Jornal Hoje”; onde teve seu primeiro contato com uma redação exercendo a função de repórter.

Além do jornal, Roberta teve experiência em um site, fez assessoria de imprensa e também trabalhou em televisão.Vinda do sul do país, chegou sem contatos na região, foi na cara e coragem com competência que se estabeleceu em Jundiaí.

Durante a palestra foram apresentados detalhes de como funciona um jornal. Roberta que hoje atua como repórter do “Jornal de Jundiaí”, teve experiência em diversas editorias dentro da redação, só não em esportes por ser um assunto destinado aos profissionais masculinos, segundo a jornalista.

Tanta competência e estímulo em tão pouco tempo, fez com que a jovem jornalista tivesse de passar por alguns desafios, dentre eles, a tarefa nada fácil de substituir a sua chefe por um tempo enquanto esteve afastada do jornal, confessando ter sentido medo no início da experiência, diz ter aprendido muito em pouco tempo analisando companheiros de trabalho e vendo a redação com outros olhos.

Como jornalista apontou vários detalhes bastante interessantes para o crescimento dos estudantes, deixou a dica de que a melhor “fonte” para uma matéria. é qualquer pessoa envolvida direta ou indiretamente no caso a ser averiguado. Disse também que acredita muito na ajuda dos leitores que denunciam, sugerem e pedem matérias através do contato com  a redação.

Num clima bastante descontraído a jornalista conseguiu de forma simples tirar dúvidas e dar sugestões. Deixou claro que um jornalista nunca deve opinar, e sim, informar o fato, repassar a notícia no seu mais alto nível de veracidade como o entrevistado declarar.

Roberta deixou os jovens a par de tudo o que envolve a profissão, diz  não ser algo fácil e que tem de existir amor, abrir mãos de horários e finais de semana, ser persistente, não ter medo de errar e pedir ajuda.

Anderson A.Zanchin RA 8427

Prof.Nelson Manzato

 

 

 

    

    

    

   

    

             

 

"Alguem especial..."

A pessoa ideal... Alguém já parou para descrever detalhadamente a pessoa ideal? Acredito que não, afinal de contas a partir do momento que você decide, escolhe e busca o perfil da pessoa ideal você já  elimina 90% de oportunidades erradas... Certo?

Não estou falando de magia, lei da atração, oração ou coisas afins; estou dizendo que nós como seres humanos e possuidores do livre arbítrio temos a obrigação de pelo menos saber o que queremos. Como podemos pedir para Deus algo que nem mesmo nós sabemos o que queremos. Pensa só! Deus tendo que pensar em tudo o que o mundo inteiro quer, assim não dá, por isso aqui aproveito para relatar, descrever, pedir, orar e procurar a pessoa ideal para estar do meu lado.

Ninguém gosta de monotonia, todo dia a mesma coisa... Quero várias mulheres em uma só, um dia quero ser carregado no colo feito um bebê e ser acariciado para dormir nos braços dela, no outro quero uma mulher louca, com muito t...  Voraz por sexo, que me jogue na parede e me chame de lagartixa, terá dias que quero-a bem quietinha do meu lado, assistindo um filme em casa comendo pipoca, algo bem caseiro, típico de fim de domingo.

Ah! Mas também vai ter aquele dia que estarei inspirado e vou querer ela bem arrumada, perfumada, unha feita para sairmos juntos para jantar fora, passearmos de mãos dadas, literalmente desfilar com o meu troféu. Por outro lado, vou querer ela um dia me mimando muito, mandado muitos sms, e frases de “te amo”; e em outros, prefiro que ela me despreze me deixe inseguro com medo de perdê-la..

Vou gostar do dia em que estiver p... durante o dia todo e vou desabafar com ela, e docemente ela concordará com tudo o que eu disser, num outro momento farei o mesmo... e desejo loucamente que ela discorde de tudo, seja sincera defendendo seu ponto de vista, afinal não há nada pior que gente sem opinião própria.

 Gosto de ser mimado às vezes, em outras vezes mimar, gosto de briguinhas à toa para apimentar a relação, gosto que sinta ciúmes de coisas à toa, mas que não venha a relação atrapalhar.

Por fim, acredito que a pessoa amada pode ser encontrada na fila do pão, no banco, na internet, seja onde for pode ser o local perfeito, com a pessoa perfeita a minha espera, ou posso ser surpreendido e descobrir a pessoa amada e esperada em alguém muito perto, que há anos é do meu convívio.

Acho sinceramente que não vou mais procurar esta pessoa, deixarei que ela me encontre, no tempo certo, no lugar exato sei que nos esbarraremos. E enquanto não encontro a pessoa certa, vou curtindo com as erradas e aprendendo com elas.

 

"Somos culpados..."

   Tudo na nossa mente parte-se de um principio indeliquente de nossas mentes... Uma forma abstrata de pensar em algo ao qual desconhecemos, mas mesmo assim em cima disso do abstrato desconhecido filosofamos, vivemos a cerca de coisas que não temos a menor intimidada, porem que a tornamos tão próxima como se já a conhecemos, quando não criamos um pré-conceito com aquilo ou julgamos algo que não tem nada haver.

     Nós como seres humanos erramos cada dia mais, em seus mais variados erros... Dentre eles às vezes persistimos de errar sempre no mesmo... Quantas vezes você culpou os outros por um erro seu, não assumindo sua incompetência e distração, é engraçado que somos mestres de culpar os outros e os piores em assumi-los, não sei do que tanto tememos, vivemos a espreita do obscuro com medo da sombra, como se errar e assumir ou ser “acusado” fosse como um crime.

      Devíamos olhar ao redor e ver que nossos inimigos não são pessoas, mas aspectos de nossa própria vida interior, que precisam ser eliminados para poder trilhar o caminho da vitória. Isto não é fácil de entender, muito menos de assumir, mas é o que garante a verdadeira vitória.

    Se assumíssemos nossos próprios erros a nós mesmo, veríamos tudo com mais clareza, e aposto erraríamos menos, a começar deixando de culpar os outros... Até mesmo quando eles errarem, os deixando a vontade sem pressioná-los para que ele possa se auto-julgar e assumir seus erros.

      Apesar de tudo sabemos que não é bem assim fácil, afinal somos seres dispersos vivemos sem saber o que é a vida, somos conscientes sem saber o que é consciência, e somos animados  por um impulso básico de fazer parte de algo que não sabemos tampouco o que é.
        Mesmo não sabendo é em torno dessa inconsciência gritante que se desenvolve nosso destino,através destes atos inconseqüentes, somos mestres de nós mesmo, Deus continua a nos olhar e deixa-nos guiar por nosso livre arbítrio, carregamos essa inconsciência aonde quer que vamos.

        Enquanto isso a realidade da vida é  única na qual nos movimentamos, temos nosso ser e da qual retiramos nosso sustento mental, e deixemos que este todo se encarrega de nos sinalizar com coincidências, sentimentos e sonhos o caminho de volta para casa, o caminho da unidade onde a comunicação além de acontecer é corretamente interpretada.

 

                                                                                                                             By Anderson Zanchin


 

 

Jornalismo literário faz a diferença,e incentiva jovens estudantes de jornalismo.

Anderson Adalto Zanchin          RA 8427

Profº Anelson Paixão

Técnicas e Gêneros Jornalísticos

 

Texto: Rebeca Ribeiro

 

 

 

 

 

 

A palestra sobre Jornalismo Literário realizada sexta-feira (18) na Faculdade de Campo limpo Paulista (faccamp), foi destinada a jovens estudantes do primeiro semestre de Comunicação social.

 

O evento foi ministrado pela Jornalista Rebeca Ribeiro durante a aula do Professor  e Jornalista  Anelson Paixão atualmente editor chefe do “Jornal a Verdade”  ,Rebeca que está de licença do Jornal de Jundiaí para uma viagem de trabalho e estudos em Londres, Falou durante uma hora e meia com  os alunos que se demonstraram bastante interessados nesta nova vertente até então desconhecida por eles. De acordo com ela especialista  formada e pós-graduada pela Universidade Cásper libero em Jornalismo Literário, vê  este segmento como algo mais profundo em jornalismo ao que refere-se a noticia  num todo.

O Jornalismo Literário se deu origem nos anos 60, quando o  jornalista Truman Capotte  lia  uma pequena nota num jornal regional  do interior dos EUA,onde não se tinha muita informação, só anunciava um assassinato de uma família;não satisfeito Capotte  quis investigar mais a respeito do assunto e fez um monte de entrevistas com varias pessoas da família das vitimas , vizinhos ,amigos e parentes, reuniu o Maximo de informação e assim  iniciou o jornalismo literário, onde a matéria é mais elaborada, pesquisada, Capote se transformou num ícone deste segmento e seu criador, este ocorrido do assassinato lhe deu o fruto do livro “A Sangue Frio” muito conceituado no meio jornalístico, depois de Capotte veio assim novos jornalistas como  Gay talise autor de “Fama e anonimato” entre outros.

Rebeca, acredita que  este segmento deve ser minuciosamente elaborado, suas entrevistas mais longas  e profundas, maior numero de entrevistados possíveis,analisar todos os ângulos da noticia e ainda ressaltou que existem jovens formados e que acabam por seguir este tipo de jornalismo, que  interagem tanto com a entrevista e seu entrevistado que chegam a transforma-se em seus “personagens”. ex: Um jornalista resolve fazer uma matéria sobre boate e quer ver a noite  da balada com outros olhos,ele  então assume a postura literalmente de um segurança por exemple, garçom, enfim qualquer que seja a profissão de vida noturna e sentem mais preparados para ali narrar suas experiências vividas na pele.   

Segundo ela, o leitor brasileiro está se tornando cada vez mais interessado em literatura e assim suas vertentes, o que, facilita este segmento no mercado brasileiro, que a propósito tem aqui também seu grande escritor o jornalista Caco Barcelos , escritor do livro “Rota 66” que denunciava a policia e suas agressões, um livro polemico e de grande riqueza social e cultural. Rebeca Ribeira,termina sua palestra respondendo a algumas pergunta dos mais interessados no assunto, os deixando mais interessados e inteirados deste ramo que cresce cada vez mais no Brasil e que já ocupa grande parte das prateleiras das livrarias.

“DESEJOS DE MULHER”

Anderson Adalto Zanchin           RA:8427

Língua Portuguesa I – Profº  Dra.Sonia Berti Santos

Texto:Narrativo (Com alguns elementos determinados)

 

 

 

Com um vestido a voar que fazia levantar sua barra, com o cabelo louro que iluminava onde quer que ela passa-se, olhar baixo, se escondia atrás de seus óculos escuros, era impossível qualquer pessoa  ver seu rosto, por mais linda que aquela mulher fosse. No Local combinado, parou e fez o sinal que tinham já estipulado um tipo de senha. Parou debaixo do poste, acendeu o cigarro e soltou a fumaça lentamente. Imediatamente um homem de feição rude, que se encontrava no restaurante a frente, ajeitou seu cinto e cuspiu de banda.

       Era aquele. Atravessou a rua como se desfilasse cuidadosamente, entrou no restaurante e pediu um café. O outro sorriu e se aproximou: “Vamos!” – foi a ordem dada com voz cava. Ele apenas deu um gole no seu suco e saiu. Acabaram por entrar numa ruela estreita e mal iluminada.

     O Silencio era sepulcral. Mas o homem que a acompanhava olhou dos lados e demonstrou segurança, não havia ninguém ali perto, bateu em uma janela. Logo uma das dobradiças fez um barulho e a porta lateral se abriu discretamente.

     Os dois entraram e foram até uma sala cheia de fumaça, e no meio dela havia uma mesa discreta cheia de sacolas, e atrás uma senhora gorda com ar de superioridade olhou e disse: “Qual você quer?”.

     A Mulher já meio sem graça olhou de canto, e o homem percebeu e então pegou um pacote dentro da sacola e entregou á dizendo “Este é de matar”.

     Saiu então sozinha, caminhando apressadamente entre os corredores, como se fugisse, chegou na avenida principal, acenou e um táxi parou, entregou-lhe um endereço, dentro de vinte minutos estava em seu destino.entrando em um suposto Hotel, entrou dizendo:

     - Cláudio!Demorei, mas veja o que achei.

        Saiu a  procura do homem que acabará de chamar. Foi até o banheiro onde lá dentro em um ofurô ele fumava calmamente um charuto e a olhava com ar de mistério e desejo, ele num ato de loucura levantou-se bruscamente como se fosse mata-la rasgou sua roupa com voracidade, e ela não dizia nada, caíram na cama e ali mesmo se entregaram num ato de violência e desejo, terminada a euforia sexual, ele olhou com o olhar de cansado e disse: “ Aceita um champanhe com morango?” Ela claro que aceitou imediatamente, porem lhe fez uma ressalva - “Lhe acompanho no champanhe se prometer pagar as roupas, e meu cabeleireiro de amanhã”sorriu.

 - Claro! A propósito e o embrulho, do que era?- falou com voz mansa

- Era um lingerie novo, se não fosse tão apressado, podíamos ter aproveitado com ela o nosso aniversario de vinte e cinco anos de casado, afinal não realizarei todo dia uma fantasia sexual sua.

 

                                                                      

Eu...

 

Meu nome é Anderson Zanchin tenho atualmente 21 anos estudo Comunicação Social - Jornalismo, faço teatro e também sou ator registrado, gosto muito de ler livros, jornais e revistas, adoro ver filmes e registrar minha critica, um dos meus maiores prazeres é viajar com meus amigos e familiares, adorar a Deus sempre e em primeiro lugar.

 

Meu Blog...

 

Como todo bom jornalista ou aspirante a ele, eu também resolvi montar meu próprio Blog. Nele pretendo dividir experiências do meu cotidiano, família, parentes, amigos e experiências passadas, textos escritos na faculdade e deixarei aqui registrado as minhas opiniões relacionadas a tudo. Espero que se divirtam no meu pequeno grande mundo...

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BRASIL, Sudeste, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Esperanto, Livros, Viagens
MSN - andersonzannchin@hotmail.com